quarta-feira, 23 de junho de 2010

Um dia de chuva!

Andava rapidamente. Seus passos eram largos e fortes. O medo tomava conta dela. Estava chovendo e o frio só aumentava. Já não dava mais para ver quase nada, a neblina era tamanha. Seus óculos estavam embaçados, suas pernas doendo e ela não aguentava mais andar. Lembrava de tudo o que havia acontecido naquele dia cheio. As pessoas, as discussões que acabou tendo, as aulas chatas. Ela não aguentava mais essa vida. Após andar tanto e tomar chuva, enfim chegou em casa. Entrou, cumprimentou seu irmão, tirou a roupa molhada e sentou-se para escrever um conto.

terça-feira, 22 de junho de 2010

viagens minhas


sei lá, muita coisa mudou ultimamente. algumas coisas pra melhor e outras que agora acho que fazem falta mas que ainda verei que foi melhor assim. ter que escolher o que quero fazer em menos de um ano é uma merda e eu ainda não faço a mínima noção disso. não ando mais com roupas alegres e unhas coloridas. não porque eu virei emo ou qualquer coisa assim mas porque acho que realmente a roupa diz o que você sente e também preto é uma ótima cor. eu nem sei mais o que estou escrevendo kk. sei lá, é idiotisse minha achar que ninguém sabe que na verdade sou eu que escrevo todas aquelas baboseiras, mas sei lá, prefiro pensar assim, porque se fosse pra pensar que ele estaria lendo eu não escreveria metade do que escrevo. tudo mudou. amizades, coisas que eu fazia e que não faço mais, mas infelizmente o que sinto não mudou. ano que vem tudo, mas aí é tudo mesmo, principalmente o que sinto irá realmente mudar e talvez ele perceba isto, mas será tarde demais. eu quero liberdade. quero poder chegar a hora que eu quiser em casa, mas ao mesmo tempo quero ficar em casa lendo um livro e tomando café. sei lá, a vida é estranha. a minha vida é estranha. eu tenho que aturar gente chata todo santo dia falando o meu nome a todo tempo. mas não pense que eu me conformo com isso, pois isso não é verdade.
eu escrevo porque tenho uma simples necessidade de fazê-lo. eu preciso, se não é como se faltasse algo dentro de mim. posso escrever um poema ou criar um conto mirabolante. sei lá, eu sou assim e imagino-me no futuro sentada em algum Café escrevendo o meu décimo livro.

Já não acredito mais '-'

Eu já não acredito em muita coisa que eu costumava acreditar antes.
Toda a fantasia de fadas, papai noel e até príncipe encantado para mim passou faz tempo. Na verdade, nem lembro-me da época que essa fantasias tomavam conta da minha cabecinha; talvez nunca tenha acreditado nisso.
Já não tenho fé mais nas pessoas. O mundo mostrou-me a não acreditar que ninguém é bom, que as pessoas só estão interessadas no que você tem, não no que você é.
Fico pensando que,no futuro, as crianças não terão mais nada em que acreditar. Essas fantasias não farão parte das suas vidas. Mas, talvez, isso até seja bom, pois é melhor nunca ter acreditado em nada do que ver que o mundo detruiu todos os seus sonhos.
 
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