quarta-feira, 16 de março de 2011

Enfim, alguma mudança digna de um texto

Uma festa, um banco e um "amigo" em comum. Já estava ficando entediada com o romance de pessoas ao meu lado quando ele chegou e começamos a conversar do nada. Pra mim, apenas mais um cara bonitinho que eu já estava flertando no dia anterior.
Horas passaram-se, contatos trocados e um beijo de despedida. Assim tudo começou.
Não acreditava que pudesse ter toda essa repercusão. Mas da forma mais inesperada foi o que aconteceu.
Sinceramente, queria não estar apaixonando-me. Medo. O maldito medo que sempre estraga tudo. Mas é que com o passar do tempo e com as inúmeras desilusões amorosas esse medo de amar, de me entregar faz parte de mim agora.
Ele me passa uma segurança tamanha que me faz querer nunca sair de seu lado. Me diz as coisas mais bonitas. Coisas que sempre quis ouvir. E ouvir o "eu te amo" dele faz-me sentir viva novamente.
Só queria poder agradecer por ter curado a ferida que tinha em meu coração.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Malas por toda parte. É assim que mais um domingo começa. Como se tivéssemos perdendo  jogo, temos que voltar à nossa casa. Parece que estamos sendo iludidas, que o dia em que vamos nos mudar nunca vai chegar e que vamos ter que morar numa cidade pequena para sempre. Eu não quero isso, não queremos isso. Não é o que um universitário quer. E não é o que vai acontecer.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Hot Mess

Quatro meninas vestidas de branco andando pela rua e todos olhando, com certeza achando que estávamos indo a algum ritual satânico ou coisa do gênero, mas eles mau sabiam que estávamos prestes a ir à uma das melhores festas de nossas vidas.
Ao chegar ao local da tal festa logo nos identificamos com o resto do povo. Uma fila enorme que quase dobrava a esquina formava-se e o calor só aumentava. Depois de mais de meia hora nessa maldita fila, enfim conseguimos entrar. Na entrada, pessoas se rabiscavam com marca-textos e batons. E eu sei que ainda têm palavras escritas em mim q. 
Na pista 1, dançamos alucinadamente Ke$ha, Lady Gaga e tudo quanto é pop em cima de um palco numa tentativa totalmente frustrada de seduzir o povo. De tanto rebolar, sacudir o cabelo e implorar por água no bar decidimos subir para a segunda pista. Um misto de MGMT e Slipknot, pessoas batendo cabeça e me dando tapa na cara -e eu não estou brincando.
Seis horas da manhã e eu ainda podia ficar ali sem ao menos me cansar. Infelizmente, fui obrigada, pelo doce e cândido olhar da Lucy, a ir embora. Mas valeu apena. Começamos o dia vendo o nascer do Sol.

 
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