segunda-feira, 28 de março de 2011

Agregada

Quando somos crianças aprendemos a dividir os brinquedos com outras crianças, seguindo esse princípio basico de solidariedade foi que eu Lucy, implorei a Sophia que me emprestasse o blog.
Honestamente escrever era o que movimentava a grande roda absurda que era minha vida, quando tinha o blog Ele Tem Que Morrer, que eu infelizmente exclui pois achava que estava perdendo o objetivo e escrevendo merdas demais, por favor não pensem vocês que eu não escreverei mais merdas, porque eu só sei escrever isso =)

Seguidores da Sophia por favor não fiquem bravos comigo, eu juro que vou pegar um espaço pequeno ; )

terça-feira, 22 de março de 2011

Ela desejava ser fria.

Andava rapidamente a fim de que seus pensamentos fossem embora junto com seus passos. Queria não pensar em nada e apenas abstrair.
Fumava seu cigarro e observava-o findando-se. Queria que suas lembranças fossem assim. Ela queria ser fria. Desejava que cada pessoa fosse um de seus cigarros.
Queria ela aproveitar cada ser, dar um último trago e depois jogá-lo fora, acender outro e continuar a seguir sem preocupar-se.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Enfim, alguma mudança digna de um texto

Uma festa, um banco e um "amigo" em comum. Já estava ficando entediada com o romance de pessoas ao meu lado quando ele chegou e começamos a conversar do nada. Pra mim, apenas mais um cara bonitinho que eu já estava flertando no dia anterior.
Horas passaram-se, contatos trocados e um beijo de despedida. Assim tudo começou.
Não acreditava que pudesse ter toda essa repercusão. Mas da forma mais inesperada foi o que aconteceu.
Sinceramente, queria não estar apaixonando-me. Medo. O maldito medo que sempre estraga tudo. Mas é que com o passar do tempo e com as inúmeras desilusões amorosas esse medo de amar, de me entregar faz parte de mim agora.
Ele me passa uma segurança tamanha que me faz querer nunca sair de seu lado. Me diz as coisas mais bonitas. Coisas que sempre quis ouvir. E ouvir o "eu te amo" dele faz-me sentir viva novamente.
Só queria poder agradecer por ter curado a ferida que tinha em meu coração.
 
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