domingo, 30 de janeiro de 2011

Malas por toda parte. É assim que mais um domingo começa. Como se tivéssemos perdendo  jogo, temos que voltar à nossa casa. Parece que estamos sendo iludidas, que o dia em que vamos nos mudar nunca vai chegar e que vamos ter que morar numa cidade pequena para sempre. Eu não quero isso, não queremos isso. Não é o que um universitário quer. E não é o que vai acontecer.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Hot Mess

Quatro meninas vestidas de branco andando pela rua e todos olhando, com certeza achando que estávamos indo a algum ritual satânico ou coisa do gênero, mas eles mau sabiam que estávamos prestes a ir à uma das melhores festas de nossas vidas.
Ao chegar ao local da tal festa logo nos identificamos com o resto do povo. Uma fila enorme que quase dobrava a esquina formava-se e o calor só aumentava. Depois de mais de meia hora nessa maldita fila, enfim conseguimos entrar. Na entrada, pessoas se rabiscavam com marca-textos e batons. E eu sei que ainda têm palavras escritas em mim q. 
Na pista 1, dançamos alucinadamente Ke$ha, Lady Gaga e tudo quanto é pop em cima de um palco numa tentativa totalmente frustrada de seduzir o povo. De tanto rebolar, sacudir o cabelo e implorar por água no bar decidimos subir para a segunda pista. Um misto de MGMT e Slipknot, pessoas batendo cabeça e me dando tapa na cara -e eu não estou brincando.
Seis horas da manhã e eu ainda podia ficar ali sem ao menos me cansar. Infelizmente, fui obrigada, pelo doce e cândido olhar da Lucy, a ir embora. Mas valeu apena. Começamos o dia vendo o nascer do Sol.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Burra!

Se ela tivesse realmente mudado, perderia a graça e as inspirações para escrever. Poderia, tranquilamente, mudar seu nome para "Burra", "Idiota", ou qualquer adjetivo do gênero. Era para ela não ter olhado para ele, falado com ele, muito menos sumido com ele. Agora, lá está ela, frente ao espelho e perguntando-se como pode ser tão impulsiva e nunca pensar no que sempre acontece depois. Está, visivelmente, cansada de algo que nunca vai dar em nada. Ela vai aos poucos se libertando desse pseudo-romance típico de colegial, mas ele sempre aparece do nada e, novamente, ela joga-se em seus braços
 
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