terça-feira, 24 de agosto de 2010

"Era egoísta demias para enxergá-la"

Lágrimas escorriam por sua face. O filme de sua vida passava na tela da sua tv. Era martílio demais. Mas ela nem ligava. Só queria lembrar-se de como tudo era tão perfeito. (é claro que nada nunca foi perfeito, mas ela sempre pensou que fosse). As suas expectativas e suas enormes ilusões eram perfeitas. A realidade não passava de desilusões e sofrimento.
No filme, Summer casa-se com outro. Ela não deu a mínima para os sentimentos de Tom. Tom a amava desesperadamente.
Na vida real, ela gostava muito dele, mesmo querendo odiá-lo. Ele? Ele sabia tudo o que ela sentia. Não estava nem aí. Era egoísta demais para enxergá-la. E ela burra demais de continuar sentindo o que sentia.



ps.: Refiro-me ao filme (500) dias com ela

4 comentários:

Au disse...

"A realidade não passava de desilusões e sofrimento".

Ainda não assisti ao filme, mas já ouvi muitos comentários sobre... E todos positivos! E depois de ler aqui, fiquei ainda mais curioso...

:*

Rívia Petermann disse...

Ooi

Ainda não vi o filme,mas adorei o post.

A perfeição pode ser xtremamente insolente,mas é nossa e a idolatramos se nos faz bem.É bom esse tipo de imperfeita perfeição.

Adorei!

Lara Oliveira. disse...

Também me identifiquei total com esse filme, é lindo e chega a ser mais interessante ainda por não ser igual a todos os outros, onde a mocinha e o mocinho tem um final feliz eterno. Parabéns, adorei o post e o blog! Beijos e obrigada por passar no meu blog :*

Guilherme Lombardi disse...

Esse filme é ótimo! O final é surpreendente e foge do cliche que muitos devem ter imaginado.

Postar um comentário

 
↑Top